Prefeito de Jaguarão se reuniu com rede internacional de free shops

09/04/2018 Fonte:Jornal Tradição Regional

Na quarta-feira (28), o prefeito Favio Telis acompanhado do procurador do município, Luiz Pradelino Mendes Junior, e do secretário de Planejamento e Urbanismo, Rubens Kern, estiveram no Rio de Janeiro, a convite da empresa Duty Free Americas (DFA).


Na oportunidade, o chefe do executivo apresentou um vídeo de Jaguarão, bem como as potencialidades locais. Além disso, o secretário falou sobre o zoneamento das lojas francas e o procurador sobre os tramites legais para a instalação das lojas.


O prefeito tem como propostas de governo gerar empregos e renda para o desenvolvimento econômico e turístico do município. "Uma Jaguarão próspera, onde todos ganham, desde o pequeno ao grande empresário, é o que transforma uma cidade", enfatizou Telis.


A intenção da rede internacional de free shops DFA, conforme os diretores, é que Jaguarão seja a primeira cidade de fronteira a receber investimentos da rede. "O encontro com esta empresa, foi o primeiro, dos muitos que tenho buscado para alavancar o progresso da cidade. Desde que assumimos a Prefeitura, priorizamos sempre a melhoria da cidade, bem como dos seus moradores. E a chegada dos free shops trará empregos e investimentos para a nossa Jaguarão", destaca o prefeito.


Conforme a diretora do grupo Stephanie Katz destacou, o município possui uma estrutura e um potencial turístico que facilitam e acordam com os interesses da empresa. Ela enfatizou que a vinda de um dos sócios da DFA neste mês à cidade, culminará com as expectativas de instalação da loja.


As regras dos free shops brasileiros foram definidas no Diário Oficial da União, em março, através de instrução normativa. Atendendo as solicitações das empresas, a normativa reduziu o valor do patrimônio líquido para abertura dos empreendimentos, passando de R$ 5 milhões para R$ 2 milhões.


Outro diferencial estabelecido na lei brasileira em comparação com a Uruguaia é que os brasileiros também poderão comprar nos free shops, diferentemente do que acontece no lado uruguaio, onde apenas os estrangeiros podem gastar nas lojas. A norma estabelece também o consumo de mercadorias, que deve respeitar a cota de até U$ 300 por mês.

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